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Dá-lhe magnésio

Dá-lhe magnésio

Dá-lhe magnésio

De alguns nutrientes a gente sempre sabe o que esperar. Vitamina C alavanca a imunidade, cálcio fortifica os ossos, ômega-3 combate inflamações… Já outros passam batido pelo nosso cardápio sem que tenhamos ideia da falta que eles podem fazer no equilíbrio do organismo. É o caso do magnésio, caro a uma série de processos bioquímicos que acontecem constantemente pelo corpo. Essa injustiça, porém, vem sendo corrigida por meio de novas provas a respeito de sua importância na dieta e na prevenção de doenças.

Um dos argumentos que fazem a fama do magnésio vem de uma revisão de estudos publicada na revista científica BioMed Central Medicine. Ela relaciona o aumento no consumo da substância com a redução na possibilidade de encarar diversos problemas de saúde. A análise envolveu dados de mais de 1 milhão de pessoas e foi liderada por pesquisadores das universidades de Zhejiang e Zhengzhou, na China. Os resultados apontam que, com a maior presença desse mineral na alimentação, as pessoas correm menor risco de encarar derrames, insuficiência cardíaca, diabete tipo 2 e morte precoce. E olha que esse pacotão de benesses vem a partir de 100 miligramas do mineral por dia. Isso significa incluir um punhado de castanhas de caju torradas ou duas colheres de sopa de linhaça bem cheias ao longo das refeições, por exemplo.

O magnésio é peça-chave para o funcionamento de várias engrenagens do organismo. Dando um zoom nas células, fica fácil entender: o nutriente se envolve em mais de 300 reações bioquímicas. “Ele tem dois elétrons disponíveis e, por isso, consegue formar compostos químicos com mais facilidade”, ensina o médico Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Ou seja, como em um quebra-cabeça, o mineral se encaixa em outros elementos formando pacotinhos que entram e saem com mais destreza das células.

Um dos principais papéis do magnésio é regular a contração dos músculos. Isso porque ele participa do transporte de potássio através das membranas celulares. Da mesma forma, dá uma carona para o companheiro cálcio e ajuda a formar ATP, molécula que armazena a energia básica do organismo. O nutriente ainda labuta na faxina das células. “Como é antioxidante, ele auxilia a anular os radicais livres”, explica a nutricionista Juliana Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. Se os radicais livres sobram pelo corpo, são lançadas as sementes para muitos males se instalarem.

Fonte: Saúde Abril

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